07 fevereiro 2015

Texto 1



Olá. Fui impulsionada a divulgar os textos que escrevo aqui no blog, alguns poucos amigos me disseram que isto seria uma boa ideia. Apesar de escrever, nunca, nunca mesmo coloco títulos por mera vontade de não querer colocar. 

Bem, é isso:

"As horas se passam, o dia se foi, 
Chega a noite, que a lucidez destrói.
As pálpebras se fecham sem perceber,
O ser humano dorme até o amanhecer.

Os sonhos diversos começam a surgir.
O escuro revela que não é possível fugir.
De um quarto vazio a uma bela viagem,
Assim são os sonhos que nunca fazem triagem.

Domar o que se sonha é quase impossível.
Não domamos os medos, quem dirá o desconhecido.
O obscuro da mente não é flexível.
É rude tudo o que nele está contido.

Uma hora o relógio não marca as horas,
O coração bombeia o sangue por bombear,
Estamos desligados, presos a âncoras,
No mar dos sonhos onde nunca paramos de navegar."

Escrever me acalma, não precisa ser bom.